Arte sem fronteiras
Penso, o filósofo grafiteiro
Pelas ruas das cidades temos vários prédios, casas, pontos de ônibus, fachadas, asfalto… Todos com seu padrão específico, estudado por arquitetos, engenheiros, mestres de obras, pedreiros… pra que tudo fique exatamente no padrão "aceitável".
Até que surgem os “graffiteiros”, que transformam ambientes frios em oportunidade de pessoas pensarem que a vida pode ir além do horizonte. Esses pensadores modernos com extremo talento de desenhar em qualquer superfície surgiram no final da década de 1960 e início da década de 1970, nos EUA, com forte ligação dom o Hip Hop, jovens talentosos começaram a assinar seus nomes em obras de arte ao ar livre.
No nosso espírito santo também temos vários artistas grafiteiros que transformam a nossa floresta de concreto visões além da imagem.
Ontem, voltando de uma grande indústria na cidade de Aracruz, me deparei com um desses artistas, Vitor, educador e filósofo, popularmente conhecido como “Penso”, por causa da filosofia, estava transformando um monótono ponto de ônibus em uma obra de arte gratuita. Penso já pintou em vários pontos do nosso estado e país, levando sua arte, de forma gratuita a pessoas, que, muitas vezes nem percebem nos corridos dias da vida de adulto .
“Eu uso o graffiti como forma de acessar territórios e conexões com as pessoas que estão lá.” Disse Penso a nossa reportagem.
