O projeto da GWM e o licenciamento ambiental
Os executivos da fabricante chinesa de automóveis GWM aceleraram, nas últimas duas semanas, os trabalhos para a obtenção do licenciamento ambiental. Em 30 de junho, uma cerimônia no local onde será construída a fábrica, um investimento de US$ 1 bilhão, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, entregou a autorização para o uso de um pedaço da área (que foi desapropriada pelo Estado) pelo conglomerado. A parte cartorial está sendo desenrolada e o objetivo é dar entrada no licenciamento, junto ao Iema (Instituto de Estadual de Meio Ambiente) em até 30 dias.
Os executivos da fabricante chinesa de automóveis GWM aceleraram, nas últimas duas semanas, os trabalhos para a obtenção do licenciamento ambiental. Em 30 de junho, uma cerimônia no local onde será construída a fábrica, um investimento de US$ 1 bilhão, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, entregou a autorização para o uso de um pedaço da área (que foi desapropriada pelo Estado) pelo conglomerado. A parte cartorial está sendo desenrolada e o objetivo é dar entrada no licenciamento, junto ao Iema (Instituto de Estadual de Meio Ambiente) em até 30 dias.
As empresas que vão auxiliar a GWM no trabalho de licenciamento, que é bem técnico e burocrático, já estão sendo contratadas. Em paralelo, a companhia já está trabalhando no projeto de implantação, inclusive conversando com vários fornecedores locais. A ordem é ganhar tempo onde for possível. Os chineses não querem tropeçar nos processos ambientais - sabem que podem perder tempo e dar desgaste.
A pressa tem explicação: a fábrica de Iracemápolis, em São Paulo, inaugurada em agosto passado, já está chegando na sua capacidade máxima - 50 mil carros por ano -, só que a previsão de vendas da GWM, no Brasil, em 2026, é superar os 100 mil carros. As taxas de importação já chegaram no teto, portanto, uma nova fábrica é fundamental para manter a forte expansão da marca em curso.
