Polícia Civil conclui inquérito sobre suposta agressão envolvendo Magno Malta
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu sem indiciamento o inquérito que apurava uma denúncia de suposta agressão envolvendo o senador Magno Malta e uma técnica em radiologia no Hospital DF Star, em Brasília.
A informação foi divulgada na manhã desta quarta-feira (20) pela Delegacia de Polícia da Asa Sul. Segundo a unidade, a principal testemunha ouvida durante a investigação afirmou não ter presenciado a suposta agressão atribuída ao parlamentar.
Diante disso, com base nos elementos reunidos ao longo da apuração, a autoridade policial concluiu que não havia provas suficientes para indiciar Magno Malta.
O caso foi encaminhado para o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o qual é o responsável pelo andamento da ação.
Técnica acusou Magno Malta de agressão durante exame
A técnica de enfermagem denunciou e acusou o senador de agressão durante um exame de angiotomografia, realizado no dia 30 de abril, no hospital de Brasília. Magno Malta negava o ocorrido.
Segundo a funcionária, o senador deu um tapa no rosto dela e a chamou de “imunda” e “incompetente”. Ela teria ficado com vermelhidão no rosto e seu óculos teria ficado retorcido.
No boletim de ocorrência registrado no último dia 30, a técnica de enfermagem afirma que está com medo de encontrar com o senador.
Conforme o boletim, o caso ocorreu após uma intercorrência no exame. O equipamento identificou uma oclusão durante a aplicação do contraste venoso e interrompeu automaticamente o procedimento. A técnica afirmou que verificou um extravasamento do líquido no braço do senador.
Na época do caso, Magno Malta registrou boletim de ocorrência no sábado (02) contra a profissional. O político também afirmou que, diante da dor e do uso de medicação, apresentou reação compatível com o sofrimento físico do momento, mas sem praticar qualquer ato de agressão física contra profissionais de saúde.
